EVERESTE – Escalando os obstáculos para chegar à unidade
Muitos são os homens que arriscam a vida para chegar o cume do monte Everest. Enfrentam ventos a 40 graus negativos, podem ter os dedos das mãos e pés congelados, mal conseguem respirar. O Everest tem mais de 8.800 metros de altura, mas a partir dos 8.000 entra-se no que é chamado de zona de morte, onde o alpinista se ficar muito tempo, acaba morrendo. Certa vez, uma equipe desistiu da escalada para trazer um companheiro de volta. Nessas condições, é o altruísmo em equipe que faz a diferença. E você em sua escalada, tem deixado alguém para traz só para conseguir chegar até o topo? Neste exato momento, qual o seu nível de satisfação em seus relacionamentos mais importantes?
Chegar onde queremos pode tornar-se uma difícil escalada e normalmente enfrentamos três tipos de montanhas que escondem “zonas de morte” onde nossos mais importantes relacionamentos podem ser destruídos. A primeira é a montanha da incompreensão, outra é a montanha da atitude do “eu primeiro” e a terceira, a mais mortal, é a montanha dos erros. Não é fácil – relacionamentos não são para medrosos. Eles exigem ajuda sobrenatural: o poder de Deus para amar. Poder para deixar de tentar mudar as pessoas e entendê-las, poder para aceitá-las como elas são. Não importa qual seja sua escalada, cinco palavras mantêm você seguro em meio às adversidades nos seus relacionamentos: “Sinto muito, você me perdoa?”.
- Anote o que cada relacionamento importante da sua vida precisa para ser mais saudável.
- Como você expressa seu compromisso com aqueles que ama?
- Dedique um tempo de oração pelas pessoas que considera essenciais em sua vida. Peça para Deus lhe mostrar como pode investir nessas pessoas.
Editora Mundo Cristão.

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